Desvende o Poder 5 Passos para uma Cultura de Inovação que Garante o Sucesso Sustentável

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Olá, pessoal! Como vocês sabem, eu adoro explorar o que há de mais fresco e importante no mundo dos negócios e do desenvolvimento pessoal. E ultimamente, tenho sentido uma vibração diferente no ar, uma urgência em pensar além do agora.

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Percebi que duas ideias estão mais conectadas do que nunca, e são elas que definem o verdadeiro sucesso duradouro de qualquer organização: a conquista sustentável e uma cultura organizacional que respira inovação.

Não é mais apenas sobre o lucro de hoje, mas sobre como construímos um futuro que seja bom para todos, para o planeta e, claro, para os nossos colaboradores.

Ao longo da minha jornada, vi muitas empresas lutarem para se manterem relevantes num mercado que muda mais rápido do que piscamos os olhos. Mas as que realmente se destacam são aquelas que entenderam que a inovação não é um departamento, é uma mentalidade, e que a sustentabilidade não é uma opção, é uma necessidade para a própria sobrevivência.

Já estamos em 2025, e as tendências mais recentes apontam para um cenário onde a inteligência artificial, a economia circular e um forte compromisso social não são apenas palavras da moda, mas os pilares de negócios verdadeiramente resilientes e atrativos para talentos e investidores.

Em Portugal, por exemplo, temos um talento incrível, mas precisamos de culturas que realmente o valorizem e o deixem florescer. É fascinante observar como a pressão por resultados imediatos, a resistência à mudança e até orçamentos apertados podem ser barreiras, mas as empresas mais visionárias estão a encontrar formas criativas de as contornar, transformando desafios em oportunidades de crescimento e de impacto positivo.

Acreditem em mim, construir um ambiente onde todos se sintam seguros para experimentar, falhar e aprender é o maior motor para a inovação. E fazer isso de forma sustentável, pensando no longo prazo, é o que garante não só a saúde do negócio, mas também a motivação e o engajamento da equipa.

Abaixo, vamos descobrir exatamente como podemos alcançar tudo isso!

O Horizonte Empresarial de 2025: Integrando o Propósito e a Performance

Neste ano, sinto que estamos a viver uma verdadeira viragem no mundo dos negócios, especialmente aqui em Portugal. Não é mais suficiente apenas falar em sustentabilidade; é preciso colocá-la no centro da nossa estratégia. As empresas que vejo a prosperar são aquelas que entendem que a performance financeira está intrinsecamente ligada ao seu impacto no ambiente e na sociedade. Pessoalmente, acredito que a transparência é a chave para construir confiança e, sem isso, qualquer esforço de sustentabilidade pode parecer vazio. As novas regulamentações de reporte ESG, como a Corporate Sustainability Reporting Directive (CSRD) e os European Sustainability Reporting Standards (ESRS), estão a exigir que as empresas se adaptem, integrando relatórios de sustentabilidade nos seus relatórios de gestão com o mesmo nível de fiabilidade. Esta é uma mudança de paradigma que, na minha experiência, força as organizações a pensarem de forma mais holística e a agirem com mais responsabilidade. Em Portugal, esta implementação está a ser faseada, começando pelas grandes empresas e, gradualmente, expandindo-se para as PME cotadas e outras organizações significativas. Isso significa que não podemos ignorar este tema, é uma questão de tempo até que todos sintam esta pressão positiva. Uma empresa com um propósito forte não só atrai mais consumidores, como também consegue reter talentos que se identificam com os seus valores. É uma via de dois sentidos que reforça a longevidade e a autenticidade do negócio. Tenho visto várias empresas portuguesas a destacarem-se neste cenário, provando que é possível ser lucrativo e responsável ao mesmo tempo.

Transparência e ESG: A Nova Bússola Estratégica

Os critérios ESG (Ambiental, Social e Governança) deixaram de ser apenas uma opção e tornaram-se um imperativo estratégico para as empresas em Portugal. O que antes era visto como um “extra” ou uma iniciativa de responsabilidade social, agora é um pilar fundamental para aceder a financiamento, atrair clientes institucionais e, claro, garantir a confiança dos consumidores. Quando converso com empresários, percebo que muitos ainda veem os relatórios ESG como um fardo, mas eu vejo-os como uma oportunidade de ouro para demonstrar o valor real de uma empresa. A integração da Inteligência Artificial (IA) nas práticas ESG, por exemplo, está a tornar-se crucial para a elaboração de relatórios e a verificação de conformidade, garantindo rigor e eficiência. Além disso, a procura por talentos com “Green Skills” aumentou significativamente em Portugal, mostrando que o mercado está a valorizar cada vez mais quem tem competências ligadas à sustentabilidade. É um ciclo virtuoso: as empresas investem em ESG, tornam-se mais transparentes, atraem mais talentos e, consequentemente, impulsionam a inovação. E por falar em inovação, a verdade é que as práticas ESG contribuem para isso ao forçar as empresas a repensar processos e produtos de forma mais eficiente e amiga do ambiente.

Economia Circular: Redefinindo o Valor

A transição para a economia circular é, para mim, um dos movimentos mais emocionantes e essenciais que estamos a presenciar. Em vez de um modelo linear de “produzir, usar, descartar”, estamos a aprender a reutilizar, a reparar e a reciclar, fechando o ciclo e minimizando o desperdício. É uma abordagem que não só beneficia o planeta, reduzindo a pressão sobre os recursos naturais, mas também traz vantagens económicas significativas para as empresas, como a redução de custos com matérias-primas e energia. Em Portugal, o “Portugal 2030” tem avisos específicos dedicados à economia circular, oferecendo apoios para projetos que promovam o ecodesign, a valorização de resíduos e a simbiose industrial. Isso é fantástico! Tenho acompanhado de perto PMEs que estão a reinventar os seus modelos de negócio, transformando o que antes era lixo em novas oportunidades. Sei que existem desafios, como a falta de conhecimento técnico e a resistência cultural à mudança, mas a inovação e o apoio institucional estão a ajudar a superá-los. O Fórum Económico Mundial revelou que apenas 7,2% da economia global é circular, o que nos mostra que há um longo caminho a percorrer, mas também uma enorme oportunidade para as empresas portuguesas liderarem esta transformação.

Cultivando a Mentalidade Inovadora: Mais que um Departamento, uma Cultura

Sempre defendi que a inovação não deve ser algo confinado a um departamento de I&D, mas sim um estado de espírito que permeia toda a organização. É como um músculo que precisa de ser exercitado diariamente. Aqui em Portugal, tenho visto muitas empresas a perceberem a importância de criar uma cultura que não só tolera, mas celebra a experimentação e até o “erro” como parte do processo de aprendizagem. É crucial que os líderes deem o exemplo, mostrando que está tudo bem em tentar coisas novas, mesmo que nem todas deem certo à primeira. Uma cultura de inovação é aquela onde a criatividade é incentivada e a tomada de riscos é vista como uma parte natural do desenvolvimento. Isso não acontece por acaso, exige um esforço consciente para envolver as equipas, reconhecer os seus esforços e dar-lhes autonomia para explorar novas abordagens. Na minha experiência, quando as pessoas se sentem seguras para partilhar ideias e testar soluções, a empresa ganha uma agilidade e resiliência incríveis. É esse tipo de ambiente que gera as inovações que realmente fazem a diferença no mercado, seja na criação de novos produtos ou na otimização de processos internos que melhoram a eficiência e a experiência do cliente.

Além do Risco: O Poder da Experimentação

O receio de falhar é, muitas vezes, o maior inimigo da inovação. No entanto, as empresas mais bem-sucedidas são aquelas que encaram a falha não como um fim, mas como um degrau para o sucesso. É preciso criar um ambiente onde a experimentação seja incentivada e onde se aprenda com os erros. Lembro-me de uma vez, numa palestra, um CEO de uma startup portuguesa contar como a sua equipa testou dezenas de protótipos antes de chegar ao produto final. Se tivessem desistido nos primeiros insucessos, nunca teriam alcançado o sucesso. Em 2025, a agilidade é uma vantagem competitiva inegável, e a experimentação é o motor dessa agilidade. É sobre estar disposto a desafiar o status quo, a questionar “por que fazemos as coisas assim?” e a procurar sempre uma forma melhor. Isso requer liderança comprometida com a mudança cultural, que não apenas apoie, mas que seja um exemplo vivo dessa mentalidade. Promover a formação contínua e a capacitação em I&D é essencial para que os colaboradores tenham as ferramentas e os conhecimentos necessários para inovar e sentir-se confiantes em experimentar.

A IA como Catalisador Criativo, não um Substituo

A Inteligência Artificial é uma força imparável e, para mim, é muito mais que uma tecnologia: é uma aliada poderosa para a inovação. Em 2025, a IA está a ganhar um papel de destaque em vários setores, desde a saúde às finanças. No entanto, o seu verdadeiro potencial não reside em substituir o ser humano, mas em catalisar a nossa criatividade e eficiência. Tenho visto a IA a ser integrada em processos de recrutamento, por exemplo, otimizando a seleção de talentos. Mas o fator humano, a inteligência emocional e a capacidade de inovar, continuam a ser indispensáveis. É por isso que é fundamental encontrar um equilíbrio entre a tecnologia e a essência humana. A IA pode automatizar tarefas repetitivas, libertando as equipas para se dedicarem a atividades mais estratégicas e criativas. Pode analisar grandes volumes de dados para identificar tendências e oportunidades que seriam impossíveis de detetar manualmente. Mas a capacidade de sonhar, de questionar, de sentir e de criar conexões significativas, essa continua a ser exclusivamente nossa. As empresas que estão a usar a IA como uma ferramenta para capacitar os seus colaboradores, em vez de os substituir, são as que estão a colher os maiores frutos em termos de inovação e satisfação da equipa.

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O Coração da Empresa: Investir nas Pessoas para um Crescimento Duradouro

No final das contas, uma empresa é feita de pessoas. E se queremos uma empresa inovadora e sustentável, precisamos investir nas nossas pessoas. Tenho falado muito sobre isso nos meus artigos e nas minhas interações com a comunidade: a forma como tratamos e desenvolvemos os nossos colaboradores é o que realmente define a nossa cultura e a nossa capacidade de crescer. Num mercado de trabalho cada vez mais competitivo e com escassez de talento em Portugal, a retenção de talentos é uma vantagem competitiva crucial. Não é apenas sobre oferecer um bom salário, embora isso seja importante. É sobre oferecer propósito, oportunidades de desenvolvimento e um ambiente onde as pessoas se sintam valorizadas e possam prosperar. O “Futuro do Trabalho” será marcado por empresas que promovem o potencial humano, com uma mudança cultural que transforma o percurso profissional tradicional. As novas gerações, em particular, procuram propósito, autonomia e oportunidades de aprendizagem, e estão dispostas a mudar se não encontrarem espaço para crescer. É um investimento que se paga a longo prazo, não só em termos de produtividade e inovação, mas também na reputação da marca empregadora.

Retenção de Talentos: Mais que Salário, um Propósito

Acreditem em mim quando digo que a retenção de talentos em Portugal é um dos maiores desafios que as empresas enfrentam em 2025. Já não basta ter um bom pacote de benefícios; as pessoas procuram mais. Querem um propósito, um sentido de pertença e a oportunidade de fazer a diferença. Um estudo revelou que 48% dos colaboradores que participaram em experiências de mobilidade interna afirmaram que essa oportunidade aumentou significativamente a probabilidade de permanecerem na organização. Isso mostra o poder do desenvolvimento interno e das oportunidades de crescimento. É preciso ir além do modelo tradicional, delegar, abraçar a tecnologia para otimizar processos e apostar na formação contínua. A liderança centrada nas pessoas, baseada na empatia e na flexibilidade, tem uma probabilidade 2,6 vezes maior de alcançar bons resultados. Na minha perspetiva, a experiência do candidato e do colaborador assumem um papel central. É fundamental que as empresas criem ambientes onde os profissionais se sintam valorizados, ouvidos e inspirados a dar o seu melhor. Em Portugal, a valorização do equilíbrio entre vida profissional e pessoal é uma característica marcante da cultura empresarial, e as empresas que respeitam e promovem este equilíbrio tendem a atrair e reter os melhores talentos.

Green Skills: A Competência do Futuro

Se há uma tendência que me fascina e que considero absolutamente vital para o futuro, são as “Green Skills”, ou competências verdes. Com a crescente urgência climática e as novas regulamentações de sustentabilidade na Europa, a procura por profissionais com conhecimentos nesta área está a disparar. Em Portugal, assistimos a um aumento impressionante na procura por talentos com Green Skills, com um crescimento de 71,3% entre 2023 e 2024, de acordo com o Green Skills Report do LinkedIn. Isto não se limita apenas a engenheiros ambientais ou especialistas em energias renováveis; estas competências são necessárias em praticamente todas as áreas de uma empresa. Desde o ecodesign à gestão de resíduos, passando pela otimização de processos e a implementação de tecnologias mais limpas. As empresas precisam de investir massivamente na formação e capacitação dos seus colaboradores para que estejam preparados para este novo cenário. É uma oportunidade para os profissionais se destacarem e para as empresas se tornarem verdadeiramente sustentáveis e inovadoras. Quem não se adaptar a esta realidade, corre o risco de ficar para trás. É um investimento no futuro, não só da empresa, mas também do nosso planeta.

Área de Foco Tendências Chave 2025 em Portugal Como as Empresas Podem Atuar
Sustentabilidade & ESG Maior transparência e reportes obrigatórios (CSRD), integração de IA nas práticas ESG, expansão dos mercados de carbono, pressão para descarbonização. Investir em ferramentas de IA para relatórios, desenvolver planos de descarbonização, procurar certificações ambientais, adaptar-se às regulamentações da UE.
Cultura Organizacional Foco no capital humano, procura por propósito e autonomia, valorização do equilíbrio vida-trabalho, liderança empática e flexível. Promover a mobilidade interna, oferecer programas de desenvolvimento, criar um ambiente de experimentação, priorizar o bem-estar e a saúde mental dos colaboradores.
Inovação Economia circular, IA como catalisador criativo, estímulo ao empreendedorismo inovador, otimização de processos e modelos de negócio. Adotar princípios de ecodesign, investir em tecnologias emergentes, apoiar startups e PME tecnológicas, fomentar a colaboração com I&D.
Talento & RH Escassez de talentos qualificados, aumento da procura por “Green Skills”, valorização da experiência do candidato e do colaborador. Desenvolver estratégias de retenção baseadas no propósito, investir em formação contínua, apostar em green skills, melhorar a experiência de recrutamento.

Superando Obstáculos: Transformando Desafios em Oportunidades Reais

Não pensem que o caminho para a sustentabilidade e a inovação é sempre um mar de rosas. Pelo contrário, está cheio de desafios, e em Portugal, estes desafios têm as suas particularidades. Tenho conversado com muitos empresários, especialmente das PMEs, e sei que a falta de recursos financeiros, a dificuldade em aceder a tecnologias e a burocracia podem ser verdadeiros entraves. No entanto, o que me inspira é a capacidade de resiliência e a criatividade que muitos demonstram para contornar esses obstáculos. É como dizem, “a necessidade aguça o engenho”. As empresas mais visionárias não veem estes desafios como becos sem saída, mas sim como catalisadores para encontrar soluções ainda mais inovadoras. Acredito firmemente que, com o planeamento certo e as ferramentas adequadas, as empresas portuguesas podem não só adaptar-se às novas exigências, mas também prosperar neste cenário em constante mudança. É uma questão de mentalidade e de buscar os apoios certos.

Navegando a Burocracia e a Escassez de Recursos

Um dos maiores “dores de cabeça” que oiço dos empresários em Portugal é a burocracia e a dificuldade em aceder a financiamentos, especialmente para projetos de inovação e sustentabilidade. Parece que, por vezes, a complexidade dos processos pode afastar muitas empresas de aproveitarem incentivos fiscais, como o SIFIDE, ou os fundos do Portugal 2030. No entanto, a boa notícia é que existem entidades e consultorias, como a INOVA+ e a FI Group Portugal, que são especialistas em apoiar as empresas nestes processos, ajudando a simplificar as candidaturas e a estruturar os projetos. A chave é não tentar fazer tudo sozinho. Procurar parcerias e apoio especializado pode fazer toda a diferença. Além disso, a falta de profissionais qualificados, especialmente em áreas como tecnologia e engenharia, é outro grande desafio. Mas as empresas estão a responder a isso investindo mais em formação interna e em programas de capacitação para os seus colaboradores, transformando-os em especialistas nas novas “Green Skills” e competências digitais. É uma forma inteligente de contornar a escassez externa e construir talento “em casa”.

Resiliência Financeira e Inovação Acessível para PMEs

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Para as Pequenas e Médias Empresas (PMEs) em Portugal, a pressão para serem sustentáveis e inovadoras pode parecer um peso financeiro considerável. Os orçamentos limitados e a aversão ao risco são obstáculos reais. No entanto, a inovação não precisa ser sinónimo de gastos exorbitantes. Muitas vezes, pequenas mudanças nos processos, a otimização do uso de recursos e a adoção de soluções digitais mais acessíveis podem gerar grandes impactos. A economia circular, por exemplo, permite a redução de custos com matérias-primas e energia. Além disso, os programas de incentivos, como os do Portugal 2030, representam uma oportunidade única para as PMEs transformarem desafios ambientais em motores de inovação e eficiência. As empresas que resistem à transformação digital correm o risco de perder mercado para concorrentes mais ágeis. Portanto, a resiliência financeira das PMEs passa por uma combinação de gestão inteligente de custos, busca ativa de apoios e uma mentalidade aberta para a inovação incremental, que nem sempre exige grandes investimentos iniciais, mas sim criatividade e adaptação.

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Medindo o Que Realmente Importa: Indicadores Além dos Lucros

Numa conversa informal com colegas, surgia sempre a questão: como é que medimos o sucesso de uma empresa no século XXI? A minha resposta é sempre a mesma: não podemos olhar apenas para os lucros. É uma visão redutora e, francamente, antiquada. Hoje em dia, o verdadeiro sucesso de uma organização, especialmente em Portugal, mede-se pela sua capacidade de gerar valor em múltiplas dimensões: económica, ambiental e social. Estes três pilares devem estar equilibrados para promover um crescimento ético e responsável. Eu acredito que as empresas que conseguem gerir e reportar os seus impactos nestas três esferas são as que se destacam e as que garantem a sua longevidade. É um desafio, sim, mas é um desafio que nos força a ser melhores. A monitorização contínua e a avaliação das políticas de I&D são essenciais para garantir que os recursos são aplicados de forma eficaz, com indicadores de desempenho que permitem ajustar estratégias conforme os resultados obtidos.

A Importância dos Relatórios de Sustentabilidade

Os relatórios de sustentabilidade, especialmente com a nova regulamentação ESG, como a CSRD, não são apenas um “papel” para cumprir a lei; são uma ferramenta poderosa para avaliar e comunicar o verdadeiro impacto da sua empresa. Eu vejo-os como um espelho que reflete o compromisso de uma organização com o futuro. Ao integrar os relatórios de sustentabilidade nos relatórios de gestão e ao adotar o princípio da dupla materialidade – avaliando o impacto da empresa no meio ambiente e na sociedade, e vice-versa – as organizações são forçadas a olhar para si mesmas de uma forma muito mais profunda. Isso não só aumenta a transparência, mas também ajuda a identificar áreas de melhoria e a criar estratégias mais robustas. As empresas que lideram esta transição destacam-se como referências em responsabilidade social e inovação. Em Portugal, a evolução positiva na maturidade em sustentabilidade é notável, mas ainda há desafios estruturais, como a necessidade de estratégias mais robustas e de um maior envolvimento da cadeia de valor. É um trabalho contínuo, mas fundamental.

O Valor Imensurável do Capital Humano e Social

Por fim, mas não menos importante, está o valor imensurável do capital humano e social. É algo que não se pode quantificar apenas em euros, mas que é o motor de qualquer organização. Para mim, investir no capital humano é uma das principais tendências do mundo laboral em 2025. Isso inclui políticas que promovam a igualdade de género, diversidade e inclusão, bem como uma preocupação genuína com o bem-estar dos colaboradores, desde a saúde mental ao equilíbrio entre a vida pessoal e profissional. Uma cultura forte que estimula a criatividade, a colaboração e a satisfação dos funcionários impulsiona a inovação e a produtividade. Quando as pessoas se sentem valorizadas, inspiradas e reconhecidas, elas dão o seu melhor. É essa energia, essa paixão, que transforma uma empresa. É o que as diferencia e as torna verdadeiramente resilientes e adaptáveis às mudanças. O reconhecimento e a valorização do capital humano serão cada vez mais um fator determinante para o progresso sustentável das empresas em Portugal.

글을 마치며

Ufa! Que viagem inspiradora fizemos juntos por este universo de transformação. Eu sinto que cada vez mais, as empresas portuguesas estão a acordar para a realidade de que o sucesso a longo prazo não se mede apenas pelos lucros do trimestre, mas sim pela capacidade de inovar com responsabilidade e de construir um legado positivo. Na minha experiência, os líderes que realmente fazem a diferença são aqueles que olham para além do óbvio, que não têm medo de questionar o status quo e que colocam as pessoas e o planeta no centro das suas decisões. Não é um caminho fácil, confesso, e haverá sempre desafios, mas a recompensa de ver um negócio prosperar de forma ética e com um impacto significativo é algo que preenche a alma. Continuem a acreditar, a experimentar e a impulsionar essa mudança vital, porque o futuro das nossas empresas e da nossa comunidade depende disso. Estamos a construir algo realmente grandioso, e eu mal posso esperar para ver os próximos passos desta jornada incrível em Portugal!

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1. Capacitação ESG é Fundamental: Invista na formação da sua equipa em critérios ESG. Não é uma tendência passageira, mas uma exigência regulatória e de mercado que se está a consolidar em Portugal. Profissionais com conhecimento em sustentabilidade são cada vez mais valiosos.

2. Adote a Economia Circular Ativamente: Comece com pequenas mudanças na sua PME. Reutilize materiais, otimize processos para reduzir desperdícios e procure parcerias locais para a valorização de resíduos. Existem muitos apoios e incentivos do Portugal 2030 para estas iniciativas.

3. Crie um Espaço para Experimentação Segura: Incentive a sua equipa a testar novas ideias, mesmo que pareçam arriscadas. O “erro” deve ser visto como uma oportunidade de aprendizagem. Líderes que apoiam esta mentalidade constroem equipas mais inovadoras e resilientes.

4. Desenvolva as “Green Skills” na sua Organização: Olhe para dentro da sua empresa e identifique quem pode ser capacitado nas chamadas “competências verdes”. Desde o ecodesign à gestão de energias, estas habilidades são o futuro e garantirão a relevância do seu negócio no mercado.

5. Utilize a IA para Aumentar a Criatividade Humana: Em vez de temer a Inteligência Artificial, veja-a como uma ferramenta para libertar o potencial criativo da sua equipa. Use-a para automatizar tarefas repetitivas, analisar dados e identificar padrões, permitindo que os seus colaboradores se foquem em soluções inovadoras.

중요 사항 정리

Em suma, a verdadeira conquista sustentável em 2025 e nos anos vindouros, especialmente em Portugal, passa inevitavelmente por uma profunda integração entre a inovação e uma cultura organizacional robusta e consciente. Compreendemos que os critérios ESG (Ambiental, Social e Governança) deixaram de ser uma opção e tornaram-se um pilar estratégico que impulsiona a transparência e atrai talento. A transição para a economia circular não é apenas benéfica para o ambiente, mas também oferece significativas vantagens económicas, desafiando as empresas a redefinir valor e a minimizar desperdícios. Uma cultura de inovação genuína é aquela que permeia toda a organização, incentivando a experimentação e a aprendizagem contínua, com a Inteligência Artificial a atuar como um poderoso catalisador criativo, e não como um substituto do capital humano. O investimento nas pessoas, através da retenção de talentos baseada no propósito e no desenvolvimento de “Green Skills”, é crucial para um crescimento duradouro. Superar obstáculos como a burocracia e a escassez de recursos exige resiliência, parcerias estratégicas e a capacidade de transformar desafios em oportunidades. Finalmente, medir o sucesso vai muito além dos lucros, englobando o impacto ambiental, social e de governança, garantindo um crescimento ético e responsável para todas as organizações que almejam um futuro próspero e significativo.

Perguntas Frequentes (FAQ) 📖

P: Na prática, como podemos realmente começar a integrar uma “conquista sustentável” e uma “cultura organizacional inovadora” no dia a dia das nossas empresas, especialmente considerando as tendências que mencionaste para 2025?

R: Ah, essa é a pergunta de um milhão de euros, não é? Pela minha experiência, o segredo não está em lançar um projeto gigantesco do dia para a noite, mas sim numa mudança de mentalidade que começa lá no topo e permeia cada canto da organização.
Primeiro, precisamos de líderes que não só acreditem, mas que vivam esses valores. É quase como uma “conversão” interna, sabe? Depois, envolvemos as equipas – porque a inovação genuína nasce de todos.
Começamos com pequenas iniciativas, talvez um projeto piloto focado em reduzir o desperdício ou uma “hora de ideias” semanal onde todos podem partilhar soluções criativas.
Em 2025, com a Inteligência Artificial e a economia circular a ganharem cada vez mais terreno, não é só uma questão de “fazer o bem”, é uma estratégia de sobrevivência e de atração de talento.
Uma empresa que não pensa no seu impacto e não inova, fica para trás. Eu vi isso acontecer vezes sem conta. É um processo contínuo de experimentação, aprendizado e adaptação.

P: Mencionaste algumas barreiras como a pressão por resultados imediatos e orçamentos apertados. Quais são os maiores desafios que as empresas enfrentam ao tentar implementar estas mudanças e, na tua opinião, como podemos realmente superá-los?

R: Essa é a parte mais “humana” da coisa, não é? A verdade é que mudar custa. O maior desafio que vejo é quase sempre a resistência à mudança.
As pessoas estão habituadas ao “sempre foi assim” e sair da zona de conforto é assustador. Outra grande barreira é, sem dúvida, a pressão por resultados de curto prazo.
Os acionistas querem lucros AGORA, e investir em sustentabilidade ou inovação muitas vezes parece um custo, não um investimento de longo prazo. E sim, os orçamentos apertados também são uma realidade.
Mas a minha dica, que aprendi na prática, é começar a “contar a história”. Mostrar os benefícios, mesmo os pequenos. Celebrar cada vitória, por menor que seja, para criar um ciclo positivo.
E, mais importante, é criar um ambiente onde falhar seja permitido. Se as pessoas tiverem medo de errar, nunca vão arriscar inovar. Um bom líder transforma falhas em lições valiosas e não em motivos para punição.
É preciso coragem, mas compensa muito!

P: Para além da sobrevivência, quais são os benefícios reais e tangíveis que uma empresa pode esperar ao abraçar verdadeiramente tanto a sustentabilidade quanto a inovação, especialmente para a sua equipa e o seu sucesso a longo prazo?

R: Ah, os benefícios são muitos e vão muito além do “fazer a coisa certa”! Primeiro, a reputação. Uma empresa vista como inovadora e sustentável atrai os melhores talentos, principalmente os mais jovens que valorizam estas questões – e em Portugal temos pessoas incríveis à procura de empresas com propósito.
Isso significa menos custos com recrutamento e equipas mais motivadas. Depois, vem a resiliência. Empresas que inovam e pensam no futuro conseguem adaptar-se melhor às crises e às mudanças de mercado.
Lembram-se da pandemia? Quem já tinha uma cultura flexível e inovadora sobreviveu melhor. E claro, há os ganhos financeiros!
Não é só sobre cortar custos (embora a sustentabilidade ajude nisso), mas sobre abrir novos mercados, criar produtos e serviços inovadores que os consumidores de hoje procuram.
E o moral da equipa? Fantástico! Sentir que se faz parte de algo maior, que o trabalho tem impacto, é um motor incrível para o engajamento e a produtividade.
É um ciclo virtuoso, onde todos ganham: a empresa, os colaboradores e o planeta.

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